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sábado, 13 de outubro de 2012

Grid


1 M. Webber RBR 1:38,397 1:38,220 1:37,242
2 S. Vettel RBR 1:38,208 1:37,767 1:37,316
3 L. Hamilton MCL 1:39,180 1:38,000 1:37,469
4 F. Alonso FER 1:39,144 1:37,987 1:37,534
5 K. Räikkönen LOT 1:38,887 1:38,227 1:37,625
6 F. Massa FER 1:38,937 1:38,253 1:37,884
7 R. Grosjean LOT 1:38,863 1:38,275 1:37,934
8 N. Hülkenberg FOI 1:38,981 1:38,428 1:38,266
9 N. Rosberg MER 1:38,999 1:38,417 1:38,361
10 M. Schumacher MER 1:38,808 1:38,436 1:38,513
11 J. Button MCL 1:38,615 1:38,441
12 S. Perez SAU 1:38,630 1:38,460
13 K. Kobayashi SAU 1:38,719 1:38,594
14 P. di Resta FOI 1:38,942 1:38,643
15 P. Maldonado WIL 1:39,024 1:38,725
16 D. Ricciardo STR 1:38,784 1:39,084
17 J. Vergne STR 1:38,744 1:39,340
18 B. Senna WIL 1:39,443
19 V. Petrov CAT 1:40,207
20 H. Kovalainen CAT 1:40,333
21 C. Pic MAR 1:41,317
22 T. Glock MAR 1:41,371
23 P. de la Rosa HRT 1:42,881
24.N. Karthikeyan Hispania Racing

Bruno Senna lamenta perder treino, mas aprova dia produtivo

O brasileiro Bruno Senna disputou apenas um dos dois treinos livres para o Grande Prêmio da Coreia do Sul, nesta sexta-feira em Yeongam, mas fechou o dia satisfeito com seu desempenho. Na segunda sessão de atividades, ele ficou com o 12º tempo geral, 1min40s089.

Por contrato, o carro de Senna na Williams é ocupado pelo finlandês Valtteri Bottas no primeiro treino livre de sexta-feira em 15 das 20 etapas do Mundial de Fórmula 1. Na Coreia do Sul, o piloto europeu encerrou a atividade de que participou na 18ª colocação.

“Foi um dia produtivo para mim. Perder o primeiro treino não foi o ideal porque não estou tão familiarizado com essa pista e minha experiência aqui nos últimos dois anos foi influenciada pela chuva. Mas no fim, acho que temos uma boa ideia da direção que precisamos ir para melhorar”, avaliou o piloto brasileiro.

O bom desempenho de Bruno Senna nesta sexta-feira ocorreu principalmente quando o carro estava com tanque cheio de combustível, estratégia usada para simular situações de corrida. Com o bólido mais leve, como os treinos classificatórios são disputados, o piloto acredita que ainda precisa melhorar o acerto de sua Williams.

“Vai ser duro. Podemos ver que em situações de pouco combustível alguns carros são mais rápidos do que outros, então precisamos melhorar nisso. Mas estou confiante que podemos começar a corrida com uma posição boa no grid”, explicou.

Fonte: Superesportes

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O responsável pela volta ao mundo da Williams



Sexta-feira, dia do início dos treinos livres, dia em que começam a ser distribuídas ao redor do mundo as imagens de determinada pista e toda a estrutura ao redor dela: arquibancadas, paddock, pitlane, garagens. É assim que acontece todo final de semana de corrida de F1. Para o público, é quase como mágica. Basta olhar no calendário, ligar a TV no dia certo e o circo estará lá, armado, pronto para a próxima disputa.
Há, no entanto, um processo de trabalho contínuo que pouca gente sabe como funciona. A logística do deslocamento de toda a carga e garantir que tudo seja montado no lugar correto de modo a permitir que todos os membros do time possam fazer seu trabalho sem contratempos são, na Williams, responsabilidade de James Boughton, coordenador da equipe de pista.
Foi na manhã do domingo em Cingapura, algumas horas antes da corrida vencida por Sebastian Vettel, que James recebeu a equipe do Acelerando para uma entrevista em que explicou como são feitos os deslocamentos da Williams tanto na Europa, quanto fora do continente-sede dos times. Aqui, você lê os principais trechos desta conversa.
Diferença entre GPs na Europa e as “fly-away races”
“Chamamos as provas fora da Europa de ‘fly-away races’ porque temos que enviar a maioria da carga por avião, diferentemente das provas europeias, para as quais movemos tudo em caminhões. São quatro, os caminhões da Williams. Quando voltamos de Monza, descarregamos todos os caminhões e colocamos todo o conteúdo nas caixas que usamos para voar para estas sete corridas finais [Cingapura, Japão, Coreia do Sul, Índia, Abu Dabi, Estados Unidos e Brasil, nesta ordem].”
“Na sexta-feira antes da semana de Cingapura, já tínhamos encaminhado tudo para o aeroporto-base da DHL na Inglaterra. Entregamos nossos oito volumes de carga, que totalizam 27 toneladas. A FOM tem uma divisão de carga que cuida do transporte e, quando cheguei aqui [em Cingapura] na segunda-feira, toda nossa carga já estava no pitlane. Na Europa, os caminhões servem não só para transportar, mas também como escritórios, hospitality, sala de reuniões. Fora, temos que montar tudo.”
Organizando a garagem
“Nós carregamos as mesmas coisas para todas as provas. Seis semanas de cada prova, em média, somos avisados sobre qual garagem vamos ocupar e o tamanho dela. Desenhamos a organização do espaço porque temos várias salas dentro da garagem para dados, combustível, motor, etc. Às vezes, a garagem é grande e você tem grandes áreas à disposição para cada setor. Aqui em Cingapura, por exemplo, a garagem é um pouco menor. Mas a frente do box, onde ficam os carros, é geralmente do mesmo tamanho porque é a principal parte. Atrás, onde o público não vê, nós vamos alterando a disposição das salas de acordo com o espaço.”
Garagem de Interlagos: a menor de todas
“No Brasil, no entanto, a garagem é muito, muito pequena. É a menor de todas da temporada e colocar tudo ali se transforma num grande desafio. O que acontece é que a F1 cresceu mais do que o tamanho da garagem em Interlagos, levamos cada vez mais coisas. Agora tem o Kers [Sistema de Reaproveitamento de Energia Cinética], por exemplo, que requer uma sala só para ele. Diferentes fabricantes de motores também têm demandas diferentes. Nosso antigo fabricante não se importava de ter caixa de câmbio e computadores na mesma sala, enquanto a Renault faz uma distinção muito clara do espaço dos engenheiros para os demais. Há alguns anos estamos ouvindo falar que as garagens do Brasil seriam reformadas e torcemos para que aconteça logo.”
James, sempre ocupado
“Uma boa parte do meu trabalho é estar constantemente planejando as corridas que vêm pela frente. Depois que chegamos aqui e colocamos tudo no lugar, eu passo logo a pensar nas corridas seguintes. Nesta semana, por exemplo, eu estava organizando Austin, Brasil, Índia. Mas, para mim, a próxima operação imediata é sair daqui. Então, ontem [sábado] e hoje [domingo], eu estive organizando os papéis e a logística para que, quando a prova acabe, já possamos enviar nossa carga. Aqui em Cingapura, estou trabalhando com quatro grupos de carga: duas caixas que irão direto para a fábrica com partes usadas aqui, engenheiros carregando peças para teste em suas bagagens de mão, a carga principal que vai para o Japão e a carga que vamos mandar de navio direto daqui para Abu Dabi.”
Seis jogos porque de navio é mais barato
“Mandamos carga de navio para todas estas ‘fly-away races’ e isto é feito com semanas de antecedência. Sai muito mais barato do que mandar por ar. Tudo o que for grande e pesado vai por mar. Paredes, armários, estantes, extintores de incêndio, televisões… Temos seis jogos deste tipo de coisa, que é justamente para que possamos enviar com antecedência por mar sem que faça falta em nenhuma corrida.”
Espírito de equipe na hora de pegar pesado
“O grupo é sempre o mesmo, seja na Europa ou fora. Empacotar tudo é uma espécie de trabalho lateral. Não há um funcionário cuja função específica seja esta. Quem faz o serviço são os próprios mecânicos, eletricistas, responsáveis pelos pneus que trabalham durante os treinos e corridas com os carros na garagem. Todos estão envolvidos e, na Williams, sempre operamos assim. A Williams tem um senso de equipe muito forte. Não importa o que estejamos fazendo, não há ninguém que seja importante demais para fazer qualquer coisa. Trabalhamos juntos porque, no final das contas, se você for ver, todos nós gostaríamos de simplesmente poder fechar a porta e ir embora depois que acaba uma corrida. E é justamente por isso que todos sabem que, se trabalharmos, todos vamos sair mais rápido do circuito.”
E um último detalhe…
“Sim, sim, somos nós que carregamos a bicicleta do Bruno para todas as provas [risos].”

Fonte: Tazio/Acelerando com Bruno Senna.

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Muito bacana a entrevista!. Vale a pena ler!!
Beijinhos,
Ana

Senna almeja posição no grid mais competitiva em Yeongam


Devido às características do circuito de Yeongam, que receberá o GP da Coreia de F1 neste fim de semana, Bruno Senna confia na possibilidade de conquistar uma posição no grid de largada mais competitiva em relação às suas últimas provas.
O piloto brasileiro tem apresentado dificuldades nas tomadas de tempo, já que avançou à fase final do treino classificatório apenas uma vez, no GP da Hungria. Enquanto isso, seu companheiro de equipe, Pastor Maldonado, já largou oito vezes entre os dez melhores do grid.
Senna vê na menor importância do uso da asa traseira móvel, o DRS, durante a volta em Yeongam, a possibilidade de almejar uma melhor posição de largada.
“Pelas análises que a gente fez, perdíamos um pouco no setor do meio em Suzuka [GP do Japão], onde o DRS era mais importante. Aqui, o DRS não é tão importante, já que, tirando o primeiro setor, há menos zonas para o uso.  E são só retas, então a diferença não é tão grande. Talvez, com a menor diferença, teremos mais chance na classificação”, afirmou o piloto, nesta quinta-feira, em Yeongam.
O brasileiro, que não participará do primeiro treino livre, já que irá ceder seu carro ao reserva do time, Valtteri Bottas, aposta em uma grande mudança nas condições do circuito nesta sexta-feira.
“A pista vai estar muito suja no primeiro treino, então será difícil de saber onde todo mundo está. Entre as primeiras duas sessões vai ter uma evolução de pista muito grande”, considerou o brasileiro, que não pôde contar com o simulador para se preparar para o GP da Coreia.
“Não temos no simulador o modelo de laser desta pista, porque tanto esta quanto a da China são difíceis de terem acesso. Não fizemos a simulação normal”, contou. “Se não conhecemos a pista, é um problema – eu conheço, então é menos problemático. Mas, no mundo ideal, o melhor é fazer umas voltas para refrescar a memória e chegar um pouco mais preparado.”
O primeiro treino livre para o GP da Coreia será, pelo horário de Brasília, na noite desta quinta-feira, às 22 horas. A sessão terá transmissão ao vivo do canal por assinatura SporTV2.
Fonte: Tazio
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Beijinhos,
Ana =)

Mais um caiu na dança...

Grande sucesso musical de 2012, Gangnam Style, do rapper sul-coreano Psy, invadiu o paddock da F1 em Yeongam, sede do GP da Coreia do Sul, neste fim de semana. A Williams, equipe de Bruno Senna e Pastor Maldonado, definitivamente entrou no clima e caiu na dança. Durante reportagem feita pela emissora britânica Sky Sports, Senna, Maldonado e algumas funcionárias da escuderia de Grove ensaiaram passos do megahit, que já conta com     mais de 429 milhões de acessos na internet.



Bruno Senna dança ao som de Gangnam Style em Yeongam (Foto: Williams/Facebook)


Fonte: Grande Prêmio.

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Morri de rir com a foto, quero o vídeo!! Imagina a cena!! Meu Deus!!hahahaha

Beijinhos,
Ana =)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Programação GP da Coreia:




• Quinta-feira (11/10):
1º Treino Livre | 22h00

• Sexta-feira (12/10):
2º Treino Livre | 2h00
3º Treino Livre | 23h00

• Sábado (13/10):
Qualifying | 2h00

• Domingo (14.10):
Corrida | 3h00

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Senna: "Em termos de performance, não tem o que falar"

Mesmo com um ponto marcado nas últimas quatro provas, brasileiro diz que ritmo é bom: confusões e classificação são problema
Depois de mais um final de semana em que classificação e corrida não saíram como esperado, Bruno Senna espera mais sorte nas cinco próximas etapas. Mesmo com um ponto marcado nas últimas quatro provas, o brasileiro salienta que seu ritmo de corrida tem sido bom. “Nosso ritmo de corrida tem sido bom em praticamente todas as provas, mas confusões e problemas na classificação têm ferrado com nossa chance de marcar bons pontos. Em termos de performance, não tem o que falar”, afirmou ao TotalRace após chegar em 14º lugar no GP do Japão.
“Estou frustrado por não ter marcado ponto, pois tinha uma chance razoável mesmo com o incidente na primeira curva – sem a penalização, estaria na briga com o Schumacher e o Ricciardo. Agora temos de aprender com o que aconteceu aqui e esperar que, na Coreia, não haja nenhum problema na classificação e a corrida seja normal”.

Fonte:TotalRace

Mesmo longe de amar a Coreia, Senna espera que Williams vá bem

Piloto acredita que carro se comportará bem nas curvas longas, mas revela que não gosta do circuito de Yeongam
Mesmo indo para uma pista que definitivamente não está nos hall das melhores da temporada, Bruno Senna espera um bom rendimento da Williams nas curvas longas do circuito de Yeongam, na Coreia. A 16ª etapa do Mundial será disputada no próximo final de semana. “A pista da Coreia não é das minhas favoritas, é muito diferente de Suzuka, mas é um traçado em que nosso carro pode ser bom, devido às curvas longas”, afirmou ao TotalRace. “Não sei tanto em relação à classificação, mas na corrida estivemos muito fortes nesse tipo de curva no Japão. Temos uma chance de fazer um final de semana bom”.
Bruno teve seu melhor resultado com a Hispania em seu ano de estreia, colocação que repetiu na temporada seguinte. Porém, com um carro bem melhor que o de 2010, teve um final de semana duro. “Em 2010, terminei em 13º, foi o melhor resultado do campeonato. Ano passado, realmente foi uma corrida difícil devido a vários fatores. Neste ano, tem que chegar com a cabeça limpa e tentar começar do zero”.
Ao contrário do ano passado, quando comemorou seu aniversário em pleno final de semana de corrida, neste ano a festa será na segunda-feira pós-GP. “Espero ter um ótimo presente de aniversário desta vez”.
A ‘nhaca’ de Bruno com a pista tem a ver com o traçado, pouco desafiador na opinião do piloto. “É uma pista que não tem grandes desafios. As curvas rápidas são com pé embaixo e as lentas são lentas demais. Não é uma pista em que dá prazer em andar, mas temos de correr lá e vamos tentar tirar o máximo de qualquer jeito”. 

Fonte: Total Race